GRUPO DE APOIO ATITUDE E CONSCIÊNCIA ANIMAL
terça-feira, 17 de julho de 2012
A melhor palestra que você irá ouvir na sua vida - Gary Yourofsky
Palestra inspiradora de Gary Yourofsky, na íntegra, sobre direitos animais e veganismo, realizada na Universidade Georgia Tech, nos EUA, no verão de 2010. Ouça a esse sensacional palestrante que vai desmitificar mitos,inundar sua mente com fatos interessantes e ajudá-lo a fazer escolhas éticas para ter um coração e uma alma mais saudáveis . Seu estilo carismático de discurso é único e tem de ser visto por qualquer um que se preocupe com animais ou que deseje transformar o mundo um lugar melhor.
Para mais informações, por favor, visite:
http://vista-se.com.br
http://www.guiavegano.com.br
A sessão de perguntas e respostas pode ser vista aqui:
http://www.youtube.com/watch?v=eA5XcsHz7CA
POR FAVOR, COMPARTILHE esse discurso brilhante da forma que puder.
Obrigado.
Por que você deveria compartilhar esse discurso da forma que puder?
A quantidade de respostas positivas que Gary recebe dos espectadores e estudantes diz tudo:
http://www.adaptt.org/comments-students.html
Vídeo original:
http://www.youtube.com/watch?v=es6U00LMmC4
Mandem-me uma mensagem se quiserem traduzir essa palestra para outra lingua - É MAIS FÁCIL DO QUE VOCÊ PENSA!!
Gary é um palestrante americano que faz mais de 200 palestras por ano.
Agende uma visita de Gary à sua escola:
http://www.adaptt.org
Por favor inscrevam-se no canal de Gary no You Tube.
http://www.youtube.com/user/adapttvideo
Baixe o arquivo original (2GB):
http://bit.ly/GaryFileBR
Agradecimentos a Renan da Annunciação, Marcio e Tiago Catelam pela tradução.
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Links de download para fazer upload dos trechos em Português-BR:
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(Exemplo em inglês: http://youtube.com/watch?v=MgwzwRiF2qw)
Como você gritaria se alguem roubasse seu filho recem nascido?
http://tinyurl.com/scream-brazil
Veganos são esquisitos?!?!
http://tinyurl.com/weird-brazil
Vocês foram enganados
http://tinyurl.com/duped-brazil
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
domingo, 27 de novembro de 2011
Homem é flagrado por câmeras jogando gato em lixeira em Cingapura
Suspeito pode ser multado e pegar 12 meses de cadeia.
Homem cometeu o crime enquanto estava acompanhado da filha.
Câmeras de segurança flagraram (assista ao vídeo) um homem descendo de sua Mercedes e jogando um gato em uma lixeira em Cingapura. O homem cometeu o crime enquanto estava acompanhado da filha pequena, segundo o site "Today Online".
A cena foi registrada pelas câmeras de segurança do centro veterinário James Tan. O incidente aconteceu na última terça-feira e só depois de quatro horas um funcionário da veterinária encontrou o felino na lixeira.
De acordo com a funcionária Chee Siew Luan, o gato teria entre um e três anos de idade. Ela destacou que o animal apresenta boas condições de saúde. A polícia investiga o caso. O suspeito pode ser multado e condenado a até 12 meses de cadeia.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Morador de rua cuida de 10 cães/ lindo!
“Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos” EDUARDO GALEANO |
Salvamento do leãozinho
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Por que evitar leite e ovos?
Por que evitar leite e ovos?
Julho 4, 2008
(texto traduzido do antispe-site de Paris)
Porque devemos recusar o leite
A imagem de vacas pastando tranquilamente em pastos e se deixando alegremente ordenhar é veiculada pela indústria leiteira visando incitar as pessoas a consumirem leite.
Entretanto, esta imagem fabricada esconde uma sórdida realidade. É evidente que, para obtermos leite, não matamos as vacas. Por isso, se nos mantivermos em uma abordagem superficial do assunto, chegamos rapidamente á conclusão que, consumir produtos lácteos não implicaria sofrimentos para os animais. Infelizmente essa análise não leva em conta que, para produzir leite, é necessário que uma vaca dê a luz, como todo e qualquer mamífero e, isto, uma vez ao ano. É aí que as coisas começam a se complicar: se os produtores deixarem os bezerros mamar, a vaca controlará e freiará a descida do leite; prejudicando a produtividade. Então, o bezerro é retirado da mãe logo alguns dias depois de seu nascimento. Você já pensou no traumatismo que é inflingido á vaca, cuja ligação ao filhote não podemos negar?
Se for um bezerro fêmea, esta irá se juntar as outras vacas leiteiras. Sua primeira gravidez acontecerá quando ela tiver cerca de 2 anos; ela será novamente fecundada 3 meses após cada parto (através de inseminação artificial em cerca de 65 a 75% dos casos), a vaca será mantida em ordenha durante pelo menos 7 meses ao ano e o produtor continuará a ordenhá-la mesmo enquanto ela estiver grávida. Você pode imaginar a que ponto isto pode extenuar seu corpo cujas necessidades vitais não são de forma alguma repeitadas? Além do que, este produtivismo intensivo reduz seu potencial de vida (que normalmente é de 20 anos) a cerca de 5 anos, idade na qual ela será abatida por ter se tornado estéril ou por render pouco… Você sabia que 70% da carne bovina é proveniente das vacas leiteiras?
Por outro lado, se o bezerro for macho, seu destino dependerá da qualidade de sua carne. Se seu potencial em carnes for pobre, ele terminará virando patê para cachorros e uma parte de seu estômago será usada para fabricar o coalho destinado á fabricação de queijos. A quase totalidade dos queijos que encontramos no mercado contém carne animal (queijo = carne branca).
Se o produtor desejar produzir carne vermelha, o bezerro será enviado a unidades de engorda intensiva onde será super alimentado com cereais e mantido em um local estreito para evitar que ocorra a mínima perda de peso. Outros animais (cerca de 2 milhões de bezerros) serão enviados para criações industriais, confinados em boxes individuais que os privam de todo contato com seus congêneres e os impedem até mesmo de deitarem-se corretamente. Saiba que 90% deste tipo de confinamento é feito em locais fechados contra 10% de criadouros ao ar livre.
De toda forma, qual tenha sido o tipo de criação que tenham suportado as vacas e os bezerros, todos acabarão, sem exceção, no facão do açougueiro. A indústria leiteira é uma fornecedora direta da indústria da carne e dela não pode ser dissociada. Cada vez que você consome produtos lácteos, você envia animais ao abatedouro. Porque então continuar a consumí-los se existem substitutos como o leite de soja, o leite e arroz, o de amêndoas (também em forma de pastas , cremes e queijos) que são tão saborosos e equilibrados quanto o leite de vaca?! Temos à nossa disponibilidade substitutos que não implicam na exploração nem na morte de milhões de animais…
Se você teme uma deficiência de cálcio, saiba que a maioria dos legumes verdes, cereais integrais e até mesmo a água mineral o contém em grande quantidade.
Porque recusar os ovos
A ética
Se o comer galinhas e frangos claramente consiste no fato de assassinar animais, comer ovos não é condenável em si. Que ele seja fecundado ou não, o ovo evidentemente não sente nada.
Por outro lado, o ovo é um produto oriundo da exploração de um animal, ou seja, de uma galinha que, assim como nós, animais humanos, é sensível á dor. Nós não temos então o direito, assim como em relação a uma pessoa humana, de dispor de seu corpo – um corpo que sente sofrimento e prazer - nós não temos, moralmente, o direito de matar este ser. Suas condições de existência e sua vida possuem uma importância capital para si.
As condições
Apresentaremos brevemente, em ordem de intensidade de crueldade, os 3 tipos de exploração animal de onde se originam os ovos que estão á venda no comércio. Em primeiro lugar, no que podemos classificar como sendo o sumo da barbárie, se encontram os aviários em ‘batterie’ (criação intensiva): 0,045 m2 de espaço vital para cada galinha. Este tipo de criadouros representa por sí só cerca de 93% da produção total de ovos. O resto da produção “ ao ar livre” outorga 2,5 m2 para cada galinha. Em ínfima proporção encontramos os criadouros ‘libre parcours’ (percurso livre): 10m2 por galinha.
Os aviários de criação intensiva
Estas produções intensivas são verdadeiras usinas de sofrimento e de morte. As galinhas vivem amontoadas em gaiolas de ferro inclinadas para facilitar que os ovos escorreguem para o exterior. O espaço que as galinhas possuem durante toda sua vida não ultrapassam 450 cm2 (ou seja, o equivalente de uma folha A4). Dezenas de milhares de galinhas vivem assim em galpões iluminados artificialmente dia e noite, elas nunca verão o sol, nem conhecerão o repouso de uma noite escura e calma.
A superpopulação, a barulheira e a luz perpétua levam estes animais a se atacarem entre si, a se auto-mutilarem, levando-os até ao canibalismo. Para limitar as vítimas, os produtores atrofiam bicos e unhas com ferro quente, sendo que esta prática mata muitas galinhas antes de estas atingirem a idade adulta, após longas agonias.
Todos os machucados e a sujeira ambiente (as gaiolas são limpas apenas uma vez a cada dois anos) provocam infecções e doenças, o que obriga os produtores a colocarem substâncias químicas na ração animal. Os mais modernos aviários reciclam os excrementos das galinhas a fim de misturá-los aos alimentos novos. A única atividade das galinhas é comer…
Cada dia, centenas de cadáveres são retirados destes pútridos galpões onde os produtores entram somente com roupas especiais e inteiramente mascarados. Em tais condições, as galinhas não conseguem manter um alto rítimo de produção durante muitos meses. Quando se tornam menos rentáveis, elas são abatidas na idade de 18 meses (notemos que seu potencial de vida é de 10 anos) sem ter podido uma só vez ter visto o céu ou caminhar pelo solo do planeta.
A criação ao ar livre
Contrariamente ao que poderíamos pensar, este tipo de criação não é mais alegre… qualquer que seja o tipo de criação, nada muda quanto ao destino do animal. Nas criações ditas “bio” (biológicas) é a saúde do ser humano que é levada em conta. O acesso entre o galpão e o exterior é permitido ás galinhas durante 3 horas por dia; elas têm a possibilidade de andar um pouco em um estreito corredor gradeado. Neste tipo de aviário elas também não verão nem um pedaçinho de grama ou de vegetação. Os produtores, por lhes ‘permitirem’ andar um pouco têm o direito de chamarem estes animais de ‘galinhas felizes” e podem usar nas embalagens desses ovos uma foto, por exemplo, de uma bela galinha ciscando sozinha em um imenso campo verde!
A criação em livre percurso
Este tipo de criação é o menos “cruel” e benéfico do que o “sistema extensivo de criação”; ao contrário dos sistemas precedentes, que são denominados como sistemas de criação intensiva. Esta dualidade de sistemas existe também quanto à criação de vacas leiteiras e de bezerros para carne.
A regulamentação européia obriga normalmente o acesso contínuo a um terreno vasto, recoberto, pelo menos em parte, por uma vegetação. O único problema (!) é que todo tipo de criação animal os utiliza como vulgares mercadorias, como simples objetos. E, assim como nos criadouros intensivos ou ao ar livre, é obrigatório que se eliminem os animais pouco ou não produtivos.
Os ovos fecundados são separados dos outros e, desde a eclosão, os pintinhos machos são automáticamente exterminados. Em cada dois animaizinhos, um sofre ‘genocídio’. Eles serão coletivamente eletrocutados, mortos em câmaras de gaz, sufocados em sacos ou esmagados por um rolo compressor.
A conclusão
Eis porque nós recusamos consumir ovos. Ainda devemos ressaltar que nenhum alimento de origem animal é indispensável a nossa nutrição. Bem ao contrário, diversas doenças são causadas por este consumo. Pelas mesmas razões nós recusamos a carne, o couro, o leite das vacas e todas as formas de exploração animal. Nós levamos em consideração os interesses dos animais em função do que eles são: indivíduos sensíveis (à dor).
Percebemos rapidamente que nossa alimentação, assim como outras práticas, ultrapassam nossos interesses pessoais. Por essa razão, nossa responsabilidade face ao massacre e ao sofrimento animal é total.
Percebemos rapidamente que nossa alimentação, assim como outras práticas, ultrapassam nossos interesses pessoais. Por essa razão, nossa responsabilidade face ao massacre e ao sofrimento animal é total.
Fontes: Que sais-je? n°374 : l’animal dans les pratiques de consommation,Alliance Végétarienne, PMAF vidéo e reportagens diversas
sábado, 15 de outubro de 2011
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