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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Por que evitar leite e ovos?


 
 
 
 
Por que evitar leite e ovos?
 
Julho 4, 2008
(texto traduzido do antispe-site de Paris)
 
Porque devemos recusar o leite

A imagem de vacas pastando tranquilamente em pastos e se deixando alegremente ordenhar é veiculada pela indústria leiteira visando incitar as pessoas a consumirem leite.
 
Entretanto, esta imagem fabricada esconde uma sórdida realidade. É evidente que, para obtermos leite, não matamos as vacas. Por isso, se nos mantivermos em uma abordagem superficial do assunto, chegamos rapidamente á conclusão que, consumir produtos lácteos não implicaria sofrimentos para os animais. Infelizmente essa análise não leva em conta que, para produzir leite, é necessário que uma vaca dê a luz, como todo e qualquer mamífero e, isto, uma vez ao ano. É aí que as coisas começam a se complicar: se os produtores deixarem os bezerros mamar, a vaca controlará e freiará a descida do leite; prejudicando a produtividade. Então, o bezerro é retirado da mãe logo alguns dias depois de seu nascimento. Você já pensou no traumatismo que é inflingido á vaca, cuja ligação ao filhote não podemos negar?

Se for um bezerro fêmea, esta irá se juntar as outras vacas leiteiras. Sua primeira gravidez acontecerá quando ela tiver cerca de 2 anos; ela será novamente fecundada 3 meses após cada parto (através de inseminação artificial em cerca de 65 a 75% dos casos), a vaca será mantida em ordenha durante pelo menos 7 meses ao ano e o produtor continuará a ordenhá-la mesmo enquanto ela estiver grávida. Você pode imaginar a que ponto isto pode extenuar seu corpo cujas necessidades vitais não são de forma alguma repeitadas? Além do que, este produtivismo intensivo reduz seu potencial de vida (que normalmente é de 20 anos) a cerca de 5 anos, idade na qual ela será abatida por ter se tornado estéril ou por render pouco… Você sabia que 70% da carne bovina é proveniente das vacas leiteiras?

Por outro lado, se o bezerro for macho, seu destino dependerá da qualidade de sua carne. Se seu potencial em carnes for pobre, ele terminará virando patê para cachorros e uma parte de seu estômago será usada para fabricar o coalho destinado á fabricação de queijos. A quase totalidade dos queijos que encontramos no mercado contém carne animal (queijo = carne branca).
 
Se o produtor desejar produzir carne vermelha, o bezerro será enviado a unidades de engorda intensiva onde será super alimentado com cereais e mantido em um local estreito para evitar que ocorra a mínima perda de peso. Outros animais (cerca de 2 milhões de bezerros) serão enviados para criações industriais, confinados em boxes individuais que os privam de todo contato com seus congêneres e os impedem até mesmo de deitarem-se corretamente. Saiba que 90% deste tipo de confinamento é feito em locais fechados contra 10% de criadouros ao ar livre.

De toda forma, qual tenha sido o tipo de criação que tenham suportado as vacas e os bezerros, todos acabarão, sem exceção, no facão do açougueiro. A indústria leiteira é uma fornecedora direta da indústria da carne e dela não pode ser dissociada. Cada vez que você consome produtos lácteos, você envia animais ao abatedouro. Porque então continuar a consumí-los se existem substitutos como o leite de soja, o leite e arroz, o de amêndoas (também em forma de pastas , cremes e queijos) que são tão saborosos e equilibrados quanto o leite de vaca?! Temos à nossa disponibilidade substitutos que não implicam na exploração nem na morte de milhões de animais…

Se você teme uma deficiência de cálcio, saiba que a maioria dos legumes verdes, cereais integrais e até mesmo a água mineral o contém em grande quantidade.

Porque recusar os ovos

 
A ética
Se o comer galinhas e frangos claramente consiste no fato de assassinar animais, comer ovos não é condenável em si. Que ele seja fecundado ou não, o ovo evidentemente não sente nada.

Por outro lado, o ovo é um produto oriundo da exploração de um animal, ou seja, de uma galinha que, assim como nós, animais humanos, é sensível á dor. Nós não temos então o direito, assim como em relação a uma pessoa humana, de dispor de seu corpo – um corpo que sente sofrimento e prazer - nós não temos, moralmente, o direito de matar este ser. Suas condições de existência e sua vida possuem uma importância capital para si.

As condições
Apresentaremos brevemente, em ordem de intensidade de crueldade, os 3 tipos de exploração animal de onde se originam os ovos que estão á venda no comércio. Em primeiro lugar, no que podemos classificar como sendo o sumo da barbárie, se encontram os aviários em ‘batterie’ (criação intensiva): 0,045 m2 de espaço vital para cada galinha. Este tipo de criadouros representa por sí só cerca de 93% da produção total de ovos. O resto da produção “ ao ar livre” outorga 2,5 m2 para cada galinha. Em ínfima proporção encontramos os criadouros ‘libre parcours’ (percurso livre): 10m2 por galinha.

Os aviários de criação intensiva
Estas produções intensivas são verdadeiras usinas de sofrimento e de morte. As galinhas vivem amontoadas em gaiolas de ferro inclinadas para facilitar que os ovos escorreguem para o exterior. O espaço que as galinhas possuem durante toda sua vida não ultrapassam 450 cm2 (ou seja, o equivalente de uma folha A4). Dezenas de milhares de galinhas vivem assim em galpões iluminados artificialmente dia e noite, elas nunca verão o sol, nem conhecerão o repouso de uma noite escura e calma.

A superpopulação, a barulheira e a luz perpétua levam estes animais a se atacarem entre si, a se auto-mutilarem, levando-os até ao canibalismo. Para limitar as vítimas, os produtores atrofiam bicos e unhas com ferro quente, sendo que esta prática mata muitas galinhas antes de estas atingirem a idade adulta, após longas agonias.

Todos os machucados e a sujeira ambiente (as gaiolas são limpas apenas uma vez a cada dois anos) provocam infecções e doenças, o que obriga os produtores a colocarem substâncias químicas na ração animal. Os mais modernos aviários reciclam os excrementos das galinhas a fim de misturá-los aos alimentos novos. A única atividade das galinhas é comer…

Cada dia, centenas de cadáveres são retirados destes pútridos galpões onde os produtores entram somente com roupas especiais e inteiramente mascarados. Em tais condições, as galinhas não conseguem manter um alto rítimo de produção durante muitos meses. Quando se tornam menos rentáveis, elas são abatidas na idade de 18 meses (notemos que seu potencial de vida é de 10 anos) sem ter podido uma só vez ter visto o céu ou caminhar pelo solo do planeta.

A criação ao ar livre
Contrariamente ao que poderíamos pensar, este tipo de criação não é mais alegre… qualquer que seja o tipo de criação, nada muda quanto ao destino do animal. Nas criações ditas “bio” (biológicas) é a saúde do ser humano que é levada em conta. O acesso entre o galpão e o exterior é permitido ás galinhas durante 3 horas por dia; elas têm a possibilidade de andar um pouco em um estreito corredor gradeado. Neste tipo de aviário elas também não verão nem um pedaçinho de grama ou de vegetação. Os produtores, por lhes ‘permitirem’ andar um pouco têm o direito de chamarem estes animais de ‘galinhas felizes” e podem usar nas embalagens desses ovos uma foto, por exemplo, de uma bela galinha ciscando sozinha em um imenso campo verde!
A criação em livre percurso
Este tipo de criação é o menos “cruel” e benéfico do que o “sistema extensivo de criação”; ao contrário dos sistemas precedentes, que são denominados como sistemas de criação intensiva. Esta dualidade de sistemas existe também quanto à criação de vacas leiteiras e de bezerros para carne.

A regulamentação européia obriga normalmente o acesso contínuo a um terreno vasto, recoberto, pelo menos em parte, por uma vegetação. O único problema (!) é que todo tipo de criação animal os utiliza como vulgares mercadorias, como simples objetos. E, assim como nos criadouros intensivos ou ao ar livre, é obrigatório que se eliminem os animais pouco ou não produtivos.

Os ovos fecundados são separados dos outros e, desde a eclosão, os pintinhos machos são automáticamente exterminados. Em cada dois animaizinhos, um sofre ‘genocídio’. Eles serão coletivamente eletrocutados, mortos em câmaras de gaz, sufocados em sacos ou esmagados por um rolo compressor.
A conclusão
Eis porque nós recusamos consumir ovos. Ainda devemos ressaltar que nenhum alimento de origem animal é indispensável a nossa nutrição. Bem ao contrário, diversas doenças são causadas por este consumo. Pelas mesmas razões nós recusamos a carne, o couro, o leite das vacas e todas as formas de exploração animal. Nós levamos em consideração os interesses dos animais em função do que eles são: indivíduos sensíveis (à dor).
Percebemos rapidamente que nossa alimentação, assim como outras práticas, ultrapassam nossos interesses pessoais. Por essa razão, nossa responsabilidade face ao massacre e ao sofrimento animal é total.

Fontes: Que sais-je? n°374 : l’animal dans les pratiques de consommation,Alliance Végétarienne, PMAF vidéo e reportagens diversas

sábado, 15 de outubro de 2011

Cachorrinho encara um cachorrão

<a href="http://video.msn.com?vid=278bcfa3-504c-47d7-ab09-c0015110e3dc&amp;mkt=pt-br&amp;from=pt-br&amp;src=FLPl:embed::uuids" target="_new" title="Cachorrinho encara um cachorrão">Vídeo: Cachorrinho encara um cachorrão</a>

domingo, 9 de outubro de 2011

Sites de adoção pelo Brasil!

eja aqui links para sites de adoção de cães e gatos em todo o país.
 
Lista atualizada em 08/10/2011
 
Ao reproduzir, favor citar a fonte "Olhar Animal - www.olharanimal.net"

sites de adoção no estado de São Paulo

1   Link   Adotar um Amigo em Avaré
Avaré - cães
136
2   Link   Natura e Vitae
Bauru - cães e gatos
128
3   Link   APA Botucatu
Botucatu - cães
289
4   Link   Faros d'Ajuda
Bragança Paulista - cães
422
5   Link   AAAC - Associação de Amigos dos Animais de Campinas - blog
Campinas - cães e gatos
1204
6   Link   AAAC - Associação Amigos dos Animais de Campinas
Campinas - cães
198
7   Link   Adote um Gato
Campinas - gatos
121
8   Link   Anjos Abandonados
Campinas - cães e gatos
746
9   Link   CCZ Campinas
Campinas - cães e gatos
240
10   Link   GAAR - Grupo de Apoio ao Animal de Rua
Campinas - cães e gatos
246
11   Link   GAVAA - Grupo de Apoio Voluntário a Animais Abandonados
Campinas - cães e gatos
322
12   Link   UPA - União Protetora dos Animais
Campinas - cães e gatos
749
13   Link   IVVA - Instituto de Valorização da Vida Animal
Campinas - cães e gatos
239
14   Link   Sítio da Aninha
Campinas - cães e gatos
368
15   Link   Anjos de Patas
Caraguatatuba - cães e gatos
69
16   Link   GAPA - Grupo de Amigos em Prol dos Animais
Indaiatuba - cães e gatos
137
17   Link   União Protetora dos Animais de Rua
Indaiatuba - cães e gatos
516
18   Link   APA - Associação Protetora dos Animais
Itatiba - cães e gatos
187
19   Link   Focinhos Carentes
Jundiaí - cães e gatos
1074
20   Link   UIPA -União Internacional Protetora dos Animais
Jundiaí - cães e gatos
452
21   Link   APA - Associação Protetora dos Animais - Jacareí
Jacareí - cães e gatos
274
22   Link   APA - Associação Protetora dos Animais S. Francisco de Assis
Jacareí - cães e gatos
182
23   Link   ALPA - Associação Limeirense de Proteção aos Animais
Limeira - cães e gatos
415
24   Link   Adote Já
Mogi das Cruzes - cães e gatos
102
25   Link   Adota Praia Grande
Praia Grande - cães e gatos
73
26   Link   AjudAnimal
Ribeirão Pires - cães e gatos
422
27   Link   Clube dos Vira-Latas - Grupo de Proteção aos Animais
Ribeirão Pires - cães e gatos
480
28   Link   Cão Paixão
Ribeirão Preto - cães e gatos
277
29   Link   Cats of Necropolis
Santos - gatos
114
30   Link   Gatinhos de Santos
Santos - Gatos
376
31   Link   MAPAN - Movimento de Apoio aos Protetores de Animais e da Naturez
Santos - cães e gatos
146
32   Link   Clube Amigo Vira-lata
São José dos Campos - cães e gatos
3
33   Link   PROAMBI - Associação Protetores do Amigo Bicho
São José do Rio Preto - cães e gatos
524
34   Link   GAMAH - Grupo de Amparo ao Melhor Amigo do Homem
Sorocaba - cães e gatos
486
35   Link   SPPA - Sociedade Piracicabana de Proteção aos Animais
Piracicaba - cães e gatos
31
36   Link   SABE - Sociedade Amiga dos Bichos e da Ecologia
Taubaté - cães e gatos
205
37   Link   Pata Amiga
Valinhos - cães
292
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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Vegetarianismo: Mitos e Verdades

Amigos, para aqueles que seguem a causa de respeito e amor aos animais não-humanos, um assunto sempre em pauta é o vegetarianismo. Assunto este muito polêmico.
Não temos aqui a pretensão de abordar tudo o que envolve este assunto, mas esclarecer alguns dos mitos mais importantes sobre este estilo de vida.
Certamente, a maioria das pessoas se torna vegetariana por amor aos animais não-humanos, existem aquelas que deixam de ser onívoras para uma vida mais saudável ou simplesmente por não gostarem deste tipo de alimentação. Todos os motivos são justificáveis. A questão é: não se deve tomar uma atitude radical, pois, na grande maioria das vezes, o corpo terá “vontade” de voltar à antiga alimentação. Esteja bem claro, não por que o ser humano não vive de maneira saudável sem a carne, mas porque estar acostumado com um tipo de alimentação e de uma hora para outra abster-se dela, trará a falta. Deve-se lembrar que o progresso é lento, porém continuo.
“(…)à medida que o senso moral predomina, a sensibilidade se desenvolve, a necessidade da destruição diminui; termina mesmo por se extinguir e por tornar-se odiosa; então, o homem passa a ter horror ao sangue.”
(Kardec, A Gênese, 1868)
Nossas necessidades diárias são supridas basicamente por energia, proteínas, vitaminas, minerais e nutrientes funcionais. Estamos acostumados a ler/ouvir que determinado ingrediente/alimento é rico neste ou naquele nutriente, por exemplo, o feijão é rico em ferro, quando afirmamos isto, acabamos cometendo alguns erros, um dos mais comuns e achar que o feijão é apenas fonte de ferro. Todos os alimentos possuem mais de um nutriente, mas contém diversos outros.
O vegetarinismo é dividido em 4 grupos:
1) Ovo-lacto vegetariano: não consome nenhum tipo de carne, consome ovos e leite;
2) Lacto-vegetariano: não consome nenhum tipo de carne e ovos, consome leite;
3) Vegetarino restrito ou puro: não consome carne, leite, ovos, mel e derivados;
4) Vegano (do ingles vegan): não consome carne, ovos, leite, mel e derivados; não utilizam vestuários com material de origem animal e nem produtos que testam em animais.
A verdade é a seguinte: é possível viver saudavelmente sem carne, vejamos os mitos mais comuns:
1) MITO: Os vegetarianos não consomem proteína o suficiente;
VERDADE: Os vegetarianos não consomem proteína em excesso, com dieta corretamente balanceada! Normalmente, quem come carne come proteína em excesso, o que sobrecarrega o corpo.
2) MITO: As proteínas vegetais são imcompletas e não são tão boas quanto proteína de origem animal;
VERDADE: Uma alimentação vegetariana variada supre as necessidades. A qualidade também depende da fonte usada, sendo que existem proteínas vegetais melhores que as animais.
3) MITO: As proteínas vegetais devem ser todas consumidas de uma só vez para serem completas, além de não serem bem digeridas;
VERDADE: As proteínas vegetais devem ser consumidas ao longo do dia e sua digestibilidade varia, daí também a importância de ter uma dieta balanceada e variada.
4) MITO: Os aminoácidos das proteínas vegetais estão desbalanceados e alguns aminoácidos essenciais só existem em proteína animal;
VERDADE: TODOS os aminoácidos essenciais são encontrados abundantemente em fontes vegetais.
5) MITO: Só os vegetarianos precisam tomar suplementos;
VERDADE: Muitos onívoros têm deficiência nutricional, pois não consomem uma dieta balanceada. Os veganos precisam suplementar-se com a vitamina B12, já que não consomem nenhum produto de origem animal e esta vitamina está presente apenas nestes produtos (ovos e leite, pr exemplo).
6) MITO: Os vegetarianos adoecem facilmente;
VERDADE: As pesquisas mostram que a dieta vegetariana proporciona melhores condições para uma vida mais longa e saudável. As estatísticas apontam que o risco de ataque cardíaco, câncer, osteoporose e outras doenças degenerativas é menor em vegetarianos.
7) MITO: A dieta vegetariana não é adequada para crianças, adolescentes, gestantes, idosos ou atletas;
VERDADE: Quando bem planejada, esta dieta é adequada para qualquer idade, estado físico, atividade física e doenças
8) MITO: Se eu não comer carne, não terei nada para comer.
VERDADE: A dieta vegetariana é, sem dúvidas, mais trabalhosa, porém mais criativa e saudável. É realmente difícil retirar a carne das refeições, pois a maioria das pessoas está muito acostumada e a carne acaba sendo a protagonista das refeições. Isto dependerá de sua vontade e filosofia, aos poucos, sem radicalismo, você irá descobrindo novos sabores, novas cores e a carne será retirada do prato sem deixar saudades!
Passo a passo para o vegetarianismo:
-       Lembre-se: a mudança não deve ser radical;
-       Não tire, substitua aos poucos;
-       Diminua a carne por semana;
-       Escolha um dia da semana para não comer carne. Já ouviu falar sobre Segunda Sem Carne?
-       Uma vez por semana diversifique o arroz com feijão (exemplo: arroz integral e lentilha);
-       Aumente uma fruta por dia e um vegetal na salada;
-      Coma uma castanha todo o dia (castanhas são ricas em ômega 3 e também fonte de proteína);
-  Consulte sempre um nutricionista! Ele é o profissional mais indicado para auxiliá-lo!
As informações aqui expostas foram retiradas do curso Alimentação e Evolução Espiritual (esta palestra foi ministrada por uma nutricionista) e conhecimentos adquiridos em sites de confiança, acesse: www.alimentacaosemcarne.com.br; www.vegetarianismo.com.br; www.sbv.org.br e www.europanet.com.br/vegetarianos
http://animaiseoespiritismo.blogspot.com

Cadela de 90,2 centímetros é considerada a mais alta do mundo

Cadela da raça Great Dane come quase 14 kg de comida por semana.
Com 1,092 m, macho 'Giant George' manteve título de maior cão do mundo.

Do G1, em São Paulo
Com 90,2 centímetros, "Nova" entrou para o Guinness como a cadela mais alta do mundo. O animal da raça Great Dane chega a 1,80 m em pé. Com 1,092 m, o macho "Giant George" manteve na edição 2012 do livro dos recordes o título de maior cão do mundo.
Com 90,2 centímetros, 'Nova' entrou para o Guinnes, livro dos recordes, como a cadela mais alta do mundo (Foto: Reprodução/CBS)Com 90,2 centímetros, 'Nova' entrou para o Guinnes, livro dos recordes, como a cadela mais alta do mundo (Foto: Reprodução/CBS)
Pesando mais que 70 quilos, “Nova”, que vive com a proprietária Ann Suplee em Addison, no estado de Illinois, recebeu recentemente o título pelo Guinness.
Animal da raça Great Dane, 'Nova' chega a 1,80 metro em pé. (Foto: Reprodução/CBS)Animal da raça Great Dane, 'Nova' chega a 1,80 metro em pé. (Foto: Reprodução/CBS)
Herdando o recorde após a morte da antiga detentora, "Nova" ainda dorme como um filhote na cama king size de sua dona. Dez centímetros mais alta que o pai e 20 acima da mãe, a cadela come quase 14 kg de comida por semana.
Inspirada a correr atrás do reconhecimento do recorde após o número de comentários recebidos nos parques quando passeava com "Nova", a proprietária diz que sente orgulho da cadela. “Eu a chamo de Super-Nova e até já coloquei uma capa de Super-Homem na última parada de animais domésticos em Addison”, comenta.
Com 1,092 metro, cão chamado 'Giant George' é considerado o maior do mundo. (Foto: Eduardo Munoz/Reuters)Com 1,092 metro, cão chamado 'Giant George' é considerado o maior do mundo. (Foto: Eduardo Munoz/Reuters)
 O tamanho, porém, de acordo com Suplee, engana, já que "Nova" frequentemente se apavora com o latido de cães menores.

filhote,legal!

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